CEADEB

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sábado, 9 de julho de 2016

PR. JOSÉ RIBAMAR SOFRE GRAVE ACIDENTE E NETA VEIO A ÓBITO


O Pastor José Ribamar Carvalho dos Santos, presidente da Ciadseta em Araguatins –TO, sofreu um grave acidente na tarde desta sexta-feira, 08, por volta das 16:30, quando retornava de Imperatriz – MA, próximo a cidade de Sítio Novo – TO. No momento do acidente, ele estava acompanhado da esposa, dois netos e uma senhora de Araguatins –TO.

Helen Kalyta, estudante
de medicina, faleceu
no local.
De acordo com o pastor Daniel Vieira, líder da AD Ceadseta em Imperatriz, para não colidir de frente com outro veículo que vinha em sentido contrário, ele teria jogado o veículo para o acostamento e captou o veículo. A sua neta de 19 anos, Helen Kalyta, estudante de medicina, veio a óbito ainda no local. Já o pastor José de Ribamar, quebrou o maxilar e precisa passar por uma cirurgia. Ele está internado no Hospital São Rafael em Imperatriz –MA.

“Ele está com o rosto inchado, o olho está machucado e vai precisar passar por uma cirurgia. O estado clínico do pastor José de Ribamar é estável. Já a irmã Socorro passa bem”, disse o pastor Daniel Vieira, que está dando o apoio ao pastor José Ribamar, em Imperatriz –MA.

O corpo da estudante Helen Kalyta (20), está no IML da cidade de Imperatriz –MA, aguardando liberação.

Mais informações sobre o estado clínico de saúde do pastor José Ribamar a qualquer momento.

Fonte: JMNOTÍCIA

terça-feira, 5 de julho de 2016

“MACONHEIROS DE JESUS” USAM DROGA PARA ESTUDAR A BÍBLIA

Um grupo de cristãos da cidade Centennial, Colorado (EUA), está chamando atenção por defender que a maconha os aproxima de Deus. Como o nome de “Stoner Jesus”, algo como “Maconheiros de Jesus”, convida “os estudantes da Palavra” para usar marijuana como uma maneira de lhes ajudar a entender os textos bíblicos.
Tudo começou quando Deb Button, 40 anos, casada e com dois filhos, precisou lidar com o divórcio. Ela diz que nunca havia usado drogas, mas aceitou o convite de um amigo. No Colorado, a venda do entorpecente é legalizada.
“Quando eu comecei a fumar me senti tão ligado a Deus”, conta ela. Entusiasmada, começou a divulgar os encontros do grupo na internet e rapidamente atraiu interessados. Aos poucos, a ideia foi se espalhando e hoje reúne além de evangélicos, mórmons, católicos, um ortodoxo grego e até um ateu! “Acho que essa planta é sagrada”, dispara Joye.
Os outros participantes têm suas próprias experiências. “Quando eu estou drogado, não consigo ler rápido, então olho para cada palavra”, disse Cindy Joye, uma das participantes.
“Penso no que cada uma delas significa”, explica. “Jesus não saia com os fariseus, mas com pecadores”, insiste Joye. “Se alguém lhe oferecesse um baseado, ele não diria que não.”
Já Mia Williams, que também participa dos encontros, faz uma defesa enfática.
“A Bíblia não diz que você não pode fumar maconha”, dispara. Ela afirma que foi criada em uma igreja batista conservadora, mas hoje não vê problema no consumo da droga. Cita Gênesis 1:29: “Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzem sementes'”, convenientemente deixado de fora a parte do versículo que explica que eram para alimento, não para fumo.
O que chama mais atenção nessa situação é o destaque que a mídia deu ao caso, celebrando como se fosse uma espécie de evolução ou tendência entre os jovens.
Nos Estados Unidos já existe até uma igreja que tem como sacramento a maconha. A Primeira Igreja dos Cannabis, no estado de Indiana é reconhecida pelo governo, mas não se define como uma igreja cristã, tendo sua própria filosofia.
Embora a Bíblia de fato não fale sobre a maconha ou outras drogas de maneira específica, existem muitas recomendações no Novo Testamento sobre a suficiência em Jesus. Ou seja, qual benefício uma droga que altera os sentidos poderia trazer a vida de uma pessoa?
A colunista Jennifer Leclaire, da revista Charisma, comentou a situação esta semana. Ela lembra que em contraponto aos frutos do Espírito Santo, as Escrituras falam sobre os frutos da carne: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são […] feitiçaria” (Gl 5.19-20).
O termo grego que aparece como “feitiçaria” na maioria das traduções, no original grego é pharmakeia e pode significa “o uso de drogas de envenenamento ou intoxicação, feitiçaria, artes mágicas”. É a mesma raiz da palavra “farmácia” também chamada de “drogaria”.
Obviamente os tempos são outros e existem muitos medicamentos benéficos, mas o uso de substâncias que alteram a consciência na busca do sagrado tem suas origens em cultos pagãos antigos.
Uma olhada rápida nas ferramentas de busca na internet mostra que existem vários sites brasileiros lidando com a questão se é permitido um evangélico fumar maconha.
Embora o foco da política atual seja a possibilidade de impeachment da presidente Dilma, o Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a descriminalizar o consumo de drogas no Brasil.
Assim como ocorreu com o casamento homossexual, uma eventual aprovação do STF fará com que a questão das drogas seja imposta sobre a sociedade como o “natural” e a igreja precisará lidar com isso.
Não é por acaso que a maioria dos centros de tratamento de usuários de droga é mantido por igrejas. Segundo diferentes pesquisas, o uso da maconha é geralmente um primeiro passo, que conduz ao uso de substâncias cada vez mais fortes, como cocaína ou crack.

Fonte: GOSPELPRIME

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Desenganado pela medicina, pastor Cesino Bernardino segue em coma

Pastor Hafner com Pr. Cesino em 2013
O pastor Cesino Bernardino, 81 anos, está internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI) em estado grave, em coma, de acordo com seu filho, pastor Reuel.
Bernardino é fundador do ministério Gideões Missionários da Última Hora e presidente da Assembleia de Deus em Camboriú (SC). De acordo com os médicos, seu estado de saúde é tão frágil que ele pode falecer a qualquer momento.
Em um vídeo transmitido ao vivo pelo Facebook nesta madrugada, Reuel Bernardino disse que recebeu a notícia de que seu pai havia ficado inconsciente às 05h00 da última terça-feira, 28 de junho.
“Eu sei que só tem homens e mulheres de Deus que estão me assistindo nesse momento. É com pesar que eu venho pedir [oração]… poderíamos estar pedindo oração por uma cruzada evangelística, por mais um Congresso de Gideões. Claro que a obra de Deus não para, vamos continuar fazendo”, disse.
Reuel afirmou que, do ponto de vista da medicina, tudo já foi feito: “Ainda creio que aquilo que aquela médica falou para mim (‘seu pai de um momento para o outro vai entrar em óbito’)… A médica foi muito taxativa. Os médicos de hoje em dia, eles não amenizam. Ela foi muito direta para mim. Disse assim, ‘olhe, seu pai, a gente já fez tudo que podia. De um momento para o outro você vai receber o recado que ele entrou em óbito’”, desabafou o pastor.
O pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e da Assembleia de Deus Ministério Belém, também usou as redes sociais para pedir orações pelo colega de ministério, “um querido e estimado amigo”.
“Estejamos unidos em oração a família Bernardino neste momento. Faço este pedido em meu nome e da mesa diretora da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) que muito estima o amado pastor Cesino, um dos patriarcas de nossa Igreja no Brasil”, escreveu José Wellington.
Assista ao vídeo do pastor Reuel Bernardino neste link.
Fonte: Gospel+

domingo, 3 de abril de 2016

CRISTIANISMO E DESOBEDIÊNCIA CIVIL


É difícil contrabalançar os conceitos de submissão às autoridades e de desobediência civil, já que, por definição, são termos antagônicos.
A Bíblia apresenta ordens estritas sobre o respeito dedicado às autoridades.
"Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos" (Rm 13.1,2).
Como é possível então, diante da clareza do texto de Paulo advogar que o cristão pratique desobediência civil?
Para tal precisamos entender o pressuposto fundamental para lidar com temas bíblicos que, aparentemente, pareçam contraditórios.
Em primeiro lugar, é preciso ter certeza de que a Bíblia é Inerrante. Para seguir a Cristo você precisa ter esta convicção. Compreender que cada ideia grafada no texto sagrado, do fragmento mais profundo ao mais aparentemente frugal, foi orientado e inspirado pelo Senhor. Entender que mesmo escrita por dezenas de autores, intervalados por mais de um milênio, a Bíblia compreende em si a vontade e o propósito de Deus.
Ao reconhecer a inerrância você automaticamente reconhece que não pode haver contradições nela. E que qualquer impressão que você tenha que sugira que a Palavra está desmentindo a si mesma é, na verdade, inépcia em interpretá-la, já que se Deus é perfeito e ela é Sua Palavra, por conseguinte, ela é perfeita.
Logo, não pode haver antagonismo entre respeitar as autoridades instituídas por Deus e praticar desobediência civil. As duas coisas precisar coexistir.
Do mesmo modo como há o texto inequívoco de Rm. 13 há também textos pétreos em que a desobediência civil é evocada.
Os apóstolos recebem a ordem de Cristo de ir por todo o mundo e pregar o evangelho a todos.
O Império Romano ordena que a pregação cesse.
Os apóstolos, fundamentados na ordenança do senhor, continuam pregando, sendo presos e posteriormente mortos por sua recusa em desistir das boas novas.
O Antigo Testamento também está repleto de exemplos: Elias, que é usado por Deus para se erguer contra Acabe e Jezabel ,é um dos casos mais célebres, entretanto, o mesmo pode ser atribuído à maioria dos profetas do AT, que eram denunciadores incólumes dos desmandos dos monarcas que faziam o que era mal perante o Senhor.
Toda autoridade deve ser respeitada até o limite em que obedecê-la não afronte os preceitos e da Palavra de Deus.
No que o governante ordena, que foge aos princípios bíblicos, o cristão, não só pode como deve, praticar desobediência civil.
Hoje em dia, a maior parte do trabalho missionário em áreas sob domínio islâmico ou comunista, se realiza de forma clandestina, por causa de proibições governamentais. Os missionários, para honra e glória do Senhor, estão praticando desobediência civil.
Muitos, se capturados, são executados. Serão galardoados de acordo com o martírio sofrido em nome de Cristo, e não repreendidos por terem desrespeitado leis humanas de ditadores.
Após o arrebatamento, quando o anticristo impor à força sua marca, a única oportunidade de salvação para aqueles que estiverem ainda sobre a Terra será a recusa tácita, a desobediência civil ao governo reinante, punível com a morte.
Respeite o governo em tudo aquilo que não afronta a Palavra de Deus.
No que exceder, lembre-se, o Reino ao qual você pertence é maior. Não é daqui.
Sua responsabilidade maior é com o Reino eterno, e não há obediência que suplante a devida a Ele, o Cordeiro.

Fonte: GOSPELPRIMER

sexta-feira, 1 de abril de 2016

DEUS NÃO ESTÁ MORTO 2



A TEORIA DA RAINHA VERMELHA


Fungos zumbis são fascinantes, umas 400 espécies do gênero Cordiceps e parentes. Um esporo cai sobre ou é ingerido por um inseto ou aranha, germina e cresce, infectando o sistema nervoso do hospedeiro. O fungo assume controle de sua vítima, que passa a se comportar conforme o parasita manda.
Sob domínio do fungo, a vítima escala uma planta e fica imóvel lá em cima, enquanto o fungo se alimenta dele e produz corpos de frutificação de onde esporos são lançados ao ar para contaminar novas vítimas.
Inevitável a comparação com ideologias, formadas por memes da mesma forma que organismos são por genes; a analogia entre fungos zumbis usando insetos cuja vontade foi dominada para espalhar seus genes com ideologias  usando pessoas com vontades dominadas subindo em púlpitos, palanques, programas de TV e carros de som para espalhar seus memes e criar novos zumbis.
Fungos zumbis também foram usados para explicar a epidemia de zumbis no game The Last of Us. Provavelmente a melhor sacada da atual zumbimania, embora, por mais que alguns queiram, uma epidemia zumbi não tenha futuro. Humanos são bons demais em matar uns aos outros. E correm mais rápido.
Parasitas são um fato da vida em todos os ecossistemas e um único indivíduo de qualquer espécie pode ter dezenas de amigos do peito que vivem de sugar nutrientes de seu hospedeiro. Alguns sâo inofensivos, outros podem te matar.
Alguns são pouco sofisticados, como as sanguessugas e, na minha analogia, os funcionários fantasma. Grudam na vítima e sugam o que precisam. Outros como o fungo zumbi, o vírus da raiva e o toxoplasma são extremamente sofisticados e controlam o comportamento de seu hospedeiro para que este os sirva.
Embora o bom parasita não comprometa seu hospedeiro e invista em uma relação estável e lucrativa que pode até evoluir para um comensalismo ou mutualismo – como pencas de ácaros, bactérias, fungos e nematóides que vivem em você –, há outros que se comportam como se não houvesse amanhã e sugam o que podem o mais rápido possível.
O resultado é o que vemos quando se pega raiva ou quando uma estatal é dominada por políticos.
Os impactos dos parasitas afetam a capacidade dos hospedeiros de passar seus genes para as próximas gerações e isso os torna uma força seletiva extremamente importante.  No seu nível mais básico, a evolução é influenciada pela "corrida armamentista" entre parasitas e hospedeiros.
Sexuados
Por quê existe sexo é uma das grandes questões da biologia evolutiva. Pense bem. Por quê algo que é tão complicado (pense nos rituais e processos de escolha de parceiros) evoluiu quando seria tão mais fácil simplesmente produzir clones? Afinal, há muitos seres vivos, de algas a lagartos, que podem se reproduzir de maneira clonal. Mas estes são exceção.
Uma das melhores teorias, apoiada por observações e experimentos, é a da Rainha Vermelha, popularizada pelo zoólogo e escritor Matt Ridley no livro homônimo. Recomendo.
Lewis Carroll, autor de Aventuras de Alice no País das Maravilhas, levou sua heroína à Terra Além do Espelho. Ali ela conhece a Rainha Vermelha, que explica que “aqui temos que correr o máximo possível para continuarmos no mesmo lugar”.
Parasitas devem encontrar maneiras de vencer o sistema imunológico de seus hospedeiros. Afinal, eles não se rendem sem uma briga. Mas esses mesmos sistemas podem ser cooptados para fazer aquilo que parasitas almejam.
Criaturas como os vírus HIV, as salmonelas, microbactérias e listerias, usam as próprias células que deveriam ser os Judge Dredd – polícia, juízes e executores – de nosso organismo para nos infectar e matar.
Da mesma forma que os programas anti-vírus de seu computador têm que se atualizar contra novos vírus e trojans, porque os programadores do mal sempre estão criando novas formas de driblá-los, os sistemas imunológicos também têm que desenvolver formas de combater novas versões dos parasitas.
A melhor dessas maneiras é criando novas variantes das moléculas que mediam e combatem os parasitas. A reprodução sexual, ao misturar genomas, faz exatamente isso. Enquanto nós, que nos reproduzimos sexualmente, temos desde pessoas que nem percebem que pegaram zika a pessoas que morrem disso, uma população de clones sem variação genética pode ser 100% suscetível se uma cepa do vírus desenvolve a contramedida certa. E pagar caro por isso.
O mesmo vale para os parasitas. Sem inovação seus truques acabam manjados e isso significaria seu fim.
O sexo pode ser visto como o processo que cria a variação que nos mantém numa corrida armamentista contra os parasitas. Como a Rainha Vermelha, tanto parasitas como hospedeiros correm, mas permanecem no mesmo lugar.
Ecossistemas e sociedades humanas compartilham muitas semelhanças. Por exemplo, a Economia e a Ecologia possuem a mesma base, inclusive matemática. Ambas giram em torno de oferta-demanda, competição-cooperação, fatores limitantes e idiossincrasias evolutivas e a modelagem pode ser muito parecida.  Não  e a toa que há quem considere a Economia como Ecologia Humana Aplicada.
As semelhanças entre a dinâmica entre hospedeiros e parasitas e a dinâmica interna das sociedades também são evidentes. Há mutualismos como pagar impostos para ter serviços públicos de qualidade, gerando empregos associados a estes, até o parasitismo explícito, com atores que se apropriam dos recursos de outros e dominam suas vontades pela força ou pela lábia para que sejam parasitados felizes.
Para isso usam não apenas ferramentas psicológicas baseadas na nossa necessidade inata de pertencer a uma tribo ou time, partido, religião, clube; na leitura seletiva da realidade, à la Síndrome da Velhinha de Taubaté, e no tempo extremamente lento de adaptação do “sistema imunológico” que deveria combatê-los. Isso quando não o subverte para seus fins.
Não serei o primeiro a notar que dispositivos como o foro privilegiado (uma jabuticaba brasileira) foram distorcidos para servir a gente que estaria presa se deixasse o país; ou que malabarismos processuais – tudo absolutamente legal - são usados por criminalistas para postergar julgamentos ao infinito e livrar até réus confessos.
Nas sociedades humanas o equivalente ao sexo está na adaptabilidade das instituições que respondem às demandas da sociedade.  Processos e ritos existem para uma finalidade e não como um fim em si mesmos e devem mudar em velocidade compatível às mutações dos parasitas – respeitados os valores em que a sociedade se baseia.
É preciso mudar quando um instrumento deixou de servir a todos e passou a servir apenas a poucos que manipulam regras a seu favor. E evitar que os parasitas, que sempre terão seus zumbis, emplaquem contramedidas e voltem a dominar o sistema, a exemplo do que aconteceu na Itália como reação à Operação Mãos Limpas.
Nossa carga parasitária produz catástrofes ambientais como Belo Monte, que existe antes para alimentar empreiteiras e políticos do que por necessidade. E ameaça nosso organismo social faz tempo.  Quase 60% dos 594 membros do Congresso são acusados por crimes que vão de homicídio a fraude eleitoral.  Será que 60% da população adulta de nosso país também tem problemas com a justiça ou há algo muito errado?
Um PIB negativo de uns 7% previsto para 2015-2016 (sendo otimista) e mais de 1,5 milhão de empregos destruídos só em 2015 mostram parte do custo do parasitismo.
Enquanto isso, nesta analogia da biologia com a política, entre as falhas do nosso sistema imunológico escancaradas desde o Mensalão, apenas duas das sete medidas propostas no tal Pacote Anti Corrupção de 2015 saíram do papel. Por que será?
Precisamos correr mais porque nem ficar no mesmo lugar estamos conseguindo.
Fonte: http://www.oeco.org.br/blogs/olhar-naturalista/a-rainha-vermelha/
Dan Comunicações.

quinta-feira, 31 de março de 2016

ATÉ TU, ARIOVALDO RAMOS?

Ariovaldo Ramos esclareceu tudo: o manifesto do Missão na Íntegra é Lulopetista


Por Tiago Oliveira

No dia em que o PMDB rompe com o Governo, tornando a queda de Dilma e Cia mais palatável do que nunca, também presenciamos a saída das sombras do principal idealizador do Manifesto Evangélico do Ministério Missão na Íntegra. O Sr. Ariovaldo Ramos, em evento realizado na Faculdade de Direito do Lago do São Francisco (da USP) leu o manifesto e deu declarações como esta:

“É um privilégio como evangélico e negro ter a possibilidade de lutar contra o golpe. Nós não podemos aceitar a reconstrução de uma senzala que ainda não terminamos de derrubar”.

Observem que Ramos classifica o impeachment - algo constitucional e que o PT endossou contra Collor e solicitou contra FHC - como golpe. Está muito nítido o seu apoio ao atual governo. Governo este que é detentor de uma imoralidade gritante, mas que não é criticado pelo líder do Missão na Íntegra. O seu apoio à agenda petista e seu plano de perpetuação do poder é tanto que ele se coloca dentro do projeto quando em sua frase há um “nós”. Vejamos outra pérola do Sr. Ariovaldo Ramos:

“Somos conservadores com a nossa fé e progressistas na vida social”

Sobre o progressismo a que o Ariovaldo se refere, o pastor e pensador, Guilherme de Carvalho comenta: “(...) há uma grave ambiguidade no uso da ideia de ‘progressismo’ sem a têmpera da noção de ordem criacional (...) e essa ambiguidade destrói a capacidade dos evangélicos progressistas de profetizarem contra os ídolos da esquerda”.[1] Isto é absolutamente observável na postura do líder do ministério Missão na Íntegra e no conteúdo do referido manifesto, que critica o poder judiciário, considerando sua postura excessiva, critica a mídia, acusando-a de alarmista e disseminadora de ódio, critica o elitismo da “ultradireita conservadora”, etc. Só não há nenhuma crítica referente às pedaladas fiscais, ao “petrólão”, a tentativa de obstruir a justiça nomeando o ex-presidente Lula para que se torne ministro e tenha foro privilegiado, enfim, silêncio total frente aos abusos, desmandos e disparates do lulopetismo. Ainda sobre a denominação progressista utilizada por Ariovaldo Ramos, o pastor Franklin Ferreira em sua obra mais recente pontua o seguinte:

Esses cristãos que militam em partidos e grupos de esquerda e extrema esquerda se autodenominam no Brasil de “cristãos progressistas”. Curiosa – e reveladoramente -, os católicos poloneses que apoiavam os nazistas antes da Segunda Guerra Mundial e os comunistas no Pós-Guerra também se chamavam “cristãos progressistas”.[2] 

O progressismo que relativa os absolutos da Escritura e desconsidera a ordem criacional, como bem observou o Guilherme de Carvalho, tende a sintetizar o evangelho com ideologias. O resultado disso é idolatria. Foi exatamente isto o que cegou os católicos poloneses e também luteranos da Alemanha que viram Hitler e o Nazismo como a salvação do povo alemão. Ariovaldo e a corrente que ele representa, a Teologia da Missão Integral (TMI) tem sintetizado o evangelho com postulados marxistas. Com isso, o Evangelho é misturado a elementos não escriturísticos, sofrendo um acréscimo que remete a um culto idólatra e desemboca em apostasia. 

O engraçado é que quando escrevi uma moção de repúdio ao manifesto do Missão na Íntegra, denunciando seu caráter pró-PT, muitos de seus defensores comentaram que minha leitura era desprovida de um real entendimento político, ou me acusaram de má compreensão e até de má intensão. Mas o que dizer agora diante destas frases do Ariovaldo que estão registradas no site oficial do Partido dos Trabalhadores, onde o mesmo se presta junto a outras figuras “evangélicas” a emprestar a sua imagem para apoiar o partido do Governo? Se tais continuarem a dizer que o documento é isento de partidarismo e a favor da democracia, veremos de qual lado está à desonestidade intelectual. Ademais, outro bastião da TMI parece ter se arrependido de ter subscrito o manifesto. Ed René Kivitz em tom de um desabafo desgostoso escreveu:

Lamento profundamente que a chamada Teologia da Missão Integral e o movimento que teve como marco o Pacto de Lausanne, celebrado em 1974, no Congresso Internacional de Evangelização Mundial na Suíça tenham sido indevidamente associados a uma ideologia, um partido político e seus respectivos personagens.[3]

Se o próprio Kivtiz, um dos primeiros nomes que vem a cabeça quando se fala em representantes da TMI no Brasil escancarou a faceta ideológica que corrompeu o termo cunhado em Lausanne, transformando em um braço do esquerdismo latino-americano, negar isso é um atestado de torpor ideolátrico.[4] O mais sensato e corajoso a se fazer é voltar atrás e reconhecer que, tal como classificou a Braulia Ribeiro em seu blog, o manifesto do Missão na Íntegra foi um erro histórico.[5] Continuar defendendo tal manifesto, vou mais além, continuar defendendo a TMI, é cometer suicídio moral e intelectual, maculando um segmento da igreja brasileira que na posteridade será visto como “a ala evangélica que apoiou o governo mais corrupto da história da nossa recente democracia”. Tudo em nome de que? De fazer perdurar uma ideologia que é antagônica ao cristianismo. 

Que Deus se apiede da igreja brasileira!
______________________
Notas:
[1] Esta frase foi retirada do seu perfil pessoal do Facebook. 
[2] Contra a Idolatria do Estado: o papel do cristão na política. São Paulo. Vida Nova, p. 142. 
[3] Publicado em sua página oficial do Facebook. 
[4] Neologismo que denota a idolatria de um sistema ideológico. 
[5] Não Apoio o Manifesto do Missão na Íntegra, disponível aqui.

Fonte: Clique aqui

sexta-feira, 25 de março de 2016

CURSO DE TEOLOGIA À DISTÂNCIA AO SEU ALCANCE

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I EJAGUI: 02 de abril de 2016


sexta-feira, 4 de março de 2016

FORTALEZA GREGA É ENCONTRADA EM JERUSALÉM


Após um século de buscas, arqueólogos disseram ter descoberto os resquícios de uma antiga fortaleza grega que já foi um centro de poder em Jerusalém e um bastião usado para conter uma rebelião judaica comemorada no livro bíblico (apócrifo) dos Macabeus.
Há tempos os pesquisadores debatem a localização da cidade de Acra, construída mais de dois mil anos atrás por Antíoco Epifânio, rei do império selêucida helênico. Muitos afirmam que ocupava o local onde hoje se encontra a Cidade Velha de Jerusalém, com vista para a Igreja do Santo Sepulcro ou junto à colina onde dois templos judeus estiveram no passado e que hoje abriga o complexo da mesquita de Al-Aqsa.
Mas os restos desenterrados pela Autoridade de Antiguidades de Israel e tornados públicos nesta terça-feira (3) estão do lado de fora dos muros da Cidade Velha e dão vista para um vale ao sul, uma área na qual, segundo os arqueólogos, a construção de Jerusalém se concentrou nos tempos do rei bíblico David.
Antíoco, que viveu entre 215 e 164 a.C., escolheu o local para Acra para poder controlar a cidade e monitorar a atividade no templo judeu, afirmou Doron Ben-Ami, que liderou a escavação.
Com um comprimento estimado em mais de 250 metros e uma largura de 60 metros, ela teria dominado o campo. Debaixo do que uma década atrás era um estacionamento pavimentado, a equipe de Ben-Ami escavou uma colina artificial composta por várias camadas de terra deixadas por sucessivas culturas.
Em uma área, eles descobriram pedras de uma seção de uma grande parede, a base de uma torre e um aterro em declive de fins defensivos que artefatos próximos, como moedas e alças de jarras de vinho, sugerem terem pertencido ao tempo de Antíoco.
Pedras de estilingue de chumbo e pontas de flecha de bronze do período também foram encontradas, talvez remanescentes de batalhas entre forças pró-Grécia e rebeldes judeus que tentavam tomar a fortaleza.
"Este é um exemplo raro de como rochas, moedas e terra podem se juntar em um episódio arqueológico único para abordar realidades históricas específicas da cidade de Jerusalém", afirmou Ben-Ami.
A localização de Acra foi mencionada vagamente em pelo menos dois textos antigos - Livro dos Macabeus, que trata da rebelião, e um relato escrito do historiador Flávio Josefo.


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

BRASIL - UMA NAÇÃO SOB JUÍZO



Nós estamos, claramente, passando por um tempo de juízo no Brasil. A derrocada da nossa economia, a violência crescente, as catástrofes naturais sem precedentes, as pragas manifestadas por epidemias e doenças que há pouco tempo nem se conhecia e tantas outras realidades que afetam tragicamente a vida dos brasileiros hoje, não são apenas uma infeliz coincidência. Deus está açoitando uma nação que não reconheceu o tempo da sua visitação e desprezou a graça que lhe tem sido oferecida.

Que o Espírito foi derramado sobre o Brasil, ninguém pode negar. Nas últimas décadas vimos muitas manifestações do seu agir, produzindo movimentos sobrenaturais e abrindo portas amplas à pregação do evangelho. Profetas e mais profetas se levantaram aqui e vieram de outras nações para soprar fôlego de vida sobre nossa nação. O que fizemos, porém, com tudo isso?

O Brasil dos quarenta milhões de evangélicos de hoje é mais podre e mais corrupto do que o de ontem, que tinha menos crentes. Estamos vendo as entranhas da nossa classe política e empresarial sendo expostas com sua vergonha pela Justiça, mas isso é só uma tênue amostra do que, de fato, é a ética e a moral do nosso povo. Sim, do nosso povo, pois a desonestidade indecente não é marca apenas dos políticos, mas de grande parte de nossa população, incluindo, pobres e ricos, cultos e indoutos, descrentes e... Evangélicos! Infelizmente, professar a fé em Jesus não denota mais o compromisso de andar como Ele andou.

Eu gostaria de dizer outra coisa, mas minha percepção profética não permite. Nossos próximos anos não serão fáceis. De uma forma geral, as coisas vão piorar. Não falo apenas de economia (pois para isso, não é necessário ser profeta), mas de tragédias que abalarão as estruturas da nossa nação. Guardem o que estou dizendo. Povos de outras línguas comerão o nosso pão e rirão do nosso luto. Falo em nome do Senhor!

Uma leitura de Jeremias 5 pode nos ajudar a enxergar o Brasil de hoje como Deus enxerga. Recebi esse texto de uma jovem, durante um tempo de oração, e entendi perfeitamente o recado de Deus. Sua vara fustigará os nossos lombos. Até quando? Até que sejamos quebrantados, como nação.

Historicamente, quando Deus envia juízo, Ele encontra um remanescente que o busque e que aplaque a sua ira. Que façamos parte disso! Permanecer fiéis não nos livrará completamente das dores da disciplina, mas nos dará a força que precisamos para resistir e a oportunidade para sermos testemunho e voz profética no meio do caos.

Temos que nos arrepender! O altar tem sido profanado nesta nação e a oferta do Senhor, desprezada. Se é verdade que milhões e milhões lotam os templos, é verdade também que uma grande parte aí está servindo a Mamon, cultivando sua velha ganância, buscando o brilho da prata, só que agora “em nome de Jesus”. Pior, isso inclui uma parte considerável da classe pastoral.

Temos que nos arrepender da feitiçaria, não somente daquela que é feita nos terreiros e encruzilhadas, mas da que é praticada nos altares evangélicos. Chega a ser absurda a supersticiosidade e o sincretismo maligno fomentados por uma legião enorme de falsos mestres e falsos profetas, que se multiplicam como ratos. A venda de objetos e rituais com supostos poderes miraculosos mistura o comércio com o engodo na Casa de Deus. Outro dia, assisti um vídeo em que pastores de uma das maiores denominações do Brasil desciam a uma mina de ouro para buscar a “água da prosperidade”, para ser distribuída (ou vendida) aos fiéis que, certamente, ávidos pelo apelo das riquezas mundanas, nem se dariam ao trabalho de julgar o desvio teológico e de perceber o ridículo a que seriam induzidos.

Uma liderança “cristã” que ilude seu povo com águas da prosperidade, rosas sagradas e lascas da cruz não é melhor que os pais de santo, que fazem o mesmo em seus terreiros. Na verdade, é pior... E que diferença há entre um esotérico que confia no seu patuá e um crente que, ao invés de colocar sua fé em Jesus, recebe um “amuleto gospel” do seu pastor e o pendura em casa, como fonte de proteção? Nenhuma!

Temos que nos arrepender da idolatria, não só da que se pratica em procissões e templos consagrados a entidades mortas, supostos “santos”, que têm boca, mas não podem falar. Há também idolatria às personalidades humanas nas igrejas protestantes, com líderes e artistas sendo alçados pelo povo à categoria de “semi-deuses”, acima do bem e do mal, muitos deles com um testemunho tão sujo que não mereceriam admiração nem nos antros do mundo.

Como Deus não visitaria com juízo uma nação que, tendo sido apresentada ao evangelho, segue expondo sua imoralidade a céu aberto, nos carnavais e marchas gays da vida? Nossos governos erotizam crianças em escolas públicas, com materiais pornográficos e nossas leis dizem “bem-vindo” ao homossexualismo e toda forma de perversão sexual. Mas será que esse espírito não está livre para atuar também nas casas das famílias brasileiras e em muitos espaços da própria igreja? Pornografia, adultério, pedofilia, prostituição e pederastia não mancham também os altares? O que dizer dos pastores e personalidades “gospel” que estão no segundo ou terceiro casamento, sem argumentos bíblicos que lhes desse tal direito; ou dos que usam o seu feitiço travestido de “unção” para seduzir ovelhas aos matadouros da imoralidade?

Não estou falando de uma nação ignorante. O evangelho foi apresentado ao Brasil. Muitos dos que afrontam a santidade de Deus, ou estão na igreja, ou passaram por ela e decidiram voltar ao chiqueiro do mundo. A maioria absoluta já, ao menos, ouviu a Palavra ou teve oportunidade de fazê-lo e não quis. Portanto, somos indesculpáveis.

Se Jesus proclamou juízo sobre a cidade onde viveu, dizendo: “Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno; porque, se em Sodoma se tivessem operado os milagres que em ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de hoje”; se Ele chorou sobre Jerusalém, lamentando o fato de que seus filhos seriam entregues à espada, já que ela não reconheceu o tempo da sua visitação (conf. Lucas 19:41-44), porque seríamos nós poupados, tendo desdenhado tanto da Verdade, como nação?

Obviamente, no meio de tudo isso há um povo fiel, um remanescente que teme ao Senhor e respeita a sua Palavra. Como nos dias de Elias, enquanto Israel era fustigado com a seca e a fome, sete mil joelhos recusavam curvar-se diante de Baal; como no cativeiro babilônico Deus encontrou Daniel, Ananias, Mizael e Azarias, entre outros, para manter a honra do altar, há muitos crentes e igrejas hoje que, remando contra a maré, permanecem na Verdade. Que nos esforcemos para fazer parte desse remanescente, pois é dele que pode brotar de novo a misericórdia.

Os próximos anos não serão fáceis, fique você avisado disso. A vara de Deus sobre os lombos do Brasil já começou a arder e será pesada. Não é mero castigo, mas a disciplina de um Pai que quer essa nação de volta. Ele é justo em fazê-lo, não questione. Apenas disponha-se a ser um argumento que aplaque a sua ira, a permanecer como uma testemunha fiel no meio das trevas, a chamar pessoas para viverem o verdadeiro evangelho e a interceder, como legítimo sacerdote, para que a justiça e a genuína fé cristã possam, de fato, voltar a prosperar.

Não me entenda mal, eu lhe peço. Eu não sou um irresponsável, unindo-me a Satanás para acusar a igreja. Sou parte dela. Eu a amo! Sinto vergonha dos seus pecados, porque eles são meus também. Quero me unir ao Espírito e gemer por ela. Quero ser um argumento para que a esperança e a fé verdadeira, comprometida com a Palavra, não se apaguem de vez nesta nação. Ao contrário, que se multipliquem, até que possamos virar esse jogo e ver o Senhor recolhendo a vara da punição.

Por favor, junte-se a mim nesta busca! Os próximos anos não serão fáceis para nós, mas há um caminho: “Se o meu povo, que por mim se chama, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então Eu o ouvirei do céu, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (II Crônicas 7:14). No arrependimento e na fidelidade está a nossa esperança.

Pastor da Comunidade Cristã de Ribeirão Preto

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

SALVAÇÃO: FÉ OU OBRAS?



As Escrituras são claras quanto a isso:

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas." (Efésios 2:8-10).

Muita gente acha que tem levado uma vida correta o suficiente para ir para o céu. Como suas vidas são caracterizadas por um certo grau de moralidade, elas presumem que Deus as aceita­rá. 

A Bíblia afirma o contrário. Segundo as Escrituras, ne­nhum de nós, por mais correto que seja, é justo aos olhos de Deus.

"Como está escrito: Não há justo, nem sequer um. Não há quem entenda; não há quem busque a Deus." (Romanos 3:10,11).

"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus." (Romanos 3:23).

"Porque o salário do pecado é a morte..." (Romanos 6:23).

A Bíblia ensina que cada um de nós é pecador. Existem no mundo, muitas pessoas de boa conduta, íntegras, que colabo­ram para o bem comum, mas a Bíblia diz que por melhor que uma pessoa seja, ela não é boa o bastante para satisfazer o padrão perfeito de Deus.

As Escrituras pregam que não é o homem que deve avaliar o próprio homem, mas sim Deus. Quando a criatura é avaliada pelo Criador, acha-se pesada na balança. O salmista disse:

"Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração; que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosa­mente." (Sl. 24:3,4).

O apóstolo Paulo escreveu:

"Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos que crêem." (Gálatas 3:22).

Nenhum de nós está em posição de agradar a Deus por nossa própria retidão. Precisamos da ajuda dele para fazermos parte de sua família e experimentarmos a vida eterna ao seu lado. Deus forneceu esse auxílio na pessoa de Jesus Cristo. 

Jesus veio à terra para que pudéssemos saber como Deus é e o que ele requer de nós. Quando os discípulos perguntaram a Cristo quais eram as obras que agradavam a Deus, ele deixou bem claro o que Deus queria da humanidade.

"Perguntaram-lhe, pois: Que havemos de fazer, para praticarmos as obras de Deus? Jesus lhes respondeu: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou." (João 6:28,29).

A Bíblia indica nitidamente que precisamos depositar nossa fé em Cristo como provisão de Deus para nossa salvação. A morte de Jesus na cruz foi o preço pago por nosso pecado. Precisamos aceitar aquele sacrifício pela fé.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16).

A única maneira de agradarmos a Deus e entrarmos no céu é tendo fé em Cristo. Nossas boas obras apenas nunca serão suficientes.

Conclusão:

A Bíblia claramente ensina que somos justificados pela fé e não pelas obras (Rm 1:17): "Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça." (Rm 4:5). Também: "...não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou." (Tt 3:5). E: "Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie." (Ef 2:8-9).


Fonte: Blog Desafio Cristão