terça-feira, 17 de janeiro de 2017

POLÍCIA ALERTA PARA ARMA QUE SE PARECE COM UM IPHONE

A arma pode passar completamente ignorada, disseram as forças belgas. (Foto Reprodução)

As forças policiais europeias foram colocadas em alerta para as importações ilegais do “iPhone gun”, uma pistola de cano duplo 9mm disfarçado de um smartphone.

A pistola, que se dobra de modo que se assemelha a um iPhone, estará à venda na América dentro de semanas. Com um clique, ele se desdobra para se tornar uma arma mortal de dois tiros, com mira laser.

Um alerta enviado à polícia belga no fim de semana disse que, apesar de ainda não terem sido encontradas cópias do artefato, espera-se que as armas apareçam nas ruas europeias em breve. “Para os olhos, nada pode distingui-lo de um telefone celular”, disse o alerta da polícia belga, relatado pelo jornal Dernière Heure. “A maioria das pessoas possui um smartphone, o que significa que a arma pode passar completamente ignorada”.


O dispositivo se dobra de modo que se assemelha a um iPhone, e com um clique se desdobra para se tornar
uma arma mortal de dois tiros, com mira laser. (Foto Reprodução)



A arma disfarçada de telefone móvel chama-se Ideal Conceal e foi desenvolvida por uma empresa de Minnesota. “Trata-se de uma arma de verdade que passa despercebida devido ao seu formato semelhante ao de um iPhone. Quando não está em uso, ela pode ser dobrada, tornando-se virtualmente impossível de se detectar”, explicam os responsáveis pelo produto.

“O projeto da Ideal Conceal segue a atual demanda por armas de mão que as pessoas possam carregar diariamente, de maneira que facilite a posse de uma arma”, conta a empresa, segundo repercute o BGR, esta arma dá ao seu portador a opção de não ser a vítima.

A arma é vendida por US $ 395, e o Ideal Conceal já recebeu mais de 12 mil pré-pedidos nos EUA, observa o The Times.



Com informações de BGR e The Times (visto no SEARA NEWS)


domingo, 15 de janeiro de 2017

MISSIONÁRIA MARTA HAFNER: AGENDA EM MARÍLIA-SP


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ADELENA RIOS: A BAILARINA DONA DA VOZ DO METRÔ DE SALVADOR

(Foto: Evandro Veiga/ CORREIO)


Publicitária, bailarina e professora de ioga é a voz do metrô

Para Adelena Rios, o timbre da sua voz e a relação que possui com a Bahia foram pontos que contaram a seu favor

Saulo Miguez (saulo.miguez@redebahia.com.br)

Adelena Rios
(Foto: Divulgação)
Além de estar presente nas cabines das composições, o gênero feminino é representado ainda nos alto-falantes ao longo das linhas do metrô soteropolitano. Toda vez que os usuários estão prestes a chegar a uma determinada estação ou quando recebem alguma informação da CCR no trajeto, é a voz de Adelena Rios que eles ouvem.
Natural de Feira de Santana, a publicitária, bailarina e professora de ioga, 39 anos, é a dona da voz que dá vida à estação. Para Adelena, o timbre da sua voz e a relação que possui com a Bahia foram pontos que contaram a seu favor.
“No início, trabalhavam com uma voz mais neutra, mas agora, até por uma exigência da empresa, buscam uma voz com mais sotaque. E na minha voz, eles encontraram suavidade e algo naturalmente baiano”, diz.
Sobre ser a “voz do metrô”, Adelena acha curiosa a opinião das pessoas sobre quem está por trás daquela fala. “Sempre me conectei muito a vozes. Hoje, imagino que seja igualmente interessante para quem está escutando. A mesma locução pode afetar de diferentes formas cada pessoa.”
Para manter a boa forma vocal, Adelena se vale da experiência como professora de Ioga Nidra - técnica que utiliza a voz para guiar a concentração. “É preciso se conhecer bem e estar bem para poder ter a voz mais estruturada”, finaliza.

Fonte: CORREIO

CRIANÇAS CRISTÃS SÃO FORÇADAS A SE CONVERTER AO ISLÃ


Dezenas de crianças – de famílias cristãs e hindus – estão sendo sequestradas e vendidas para grupos radicais islâmicos de Bangladesh (Ásia).
O jornal Dhaka Tribune relatou que a polícia resgatou pelo menos 72 crianças que estavam sendo traficadas por quadrilhas nos últimos sete anos. Estes grupos criminosos visam famílias desprivilegiadas e atraem seus filhos com promessas falsas de uma melhor educação e estilo de vida.
Na verdade, os grupos fanáticos doutrinam as crianças sob as leis do extremismo islâmico sem o conhecimento dos pais.
As famílias cristãs e hindus que sofrem com a pobreza são supostamente manipuladas pelos grupos radicais para entregarem seus filhos, mas as recentes detenções de criminosos envolvidos neste tipo de tráfico humano revelaram as verdadeiras intenções de tais grupos.
Durante uma ação policial, que aconteceu no último dia 1° de janeiro, quatro crianças foram resgatadas, em Betchhara. Elas têm idades entre 9 e 13 anos e são vítimas do tráfico de seres humanos.
Os casos de tráfico têm sido investigados há anos, observou o relatório, com crianças budistas também sendo visadas por estes criminosos.
Em um caso importante, em janeiro de 2010, 33 crianças budistas foram resgatadas de um motel na cidade de Bandarban. Um mês depois, outras 16 crianças indígenas foram localizadas e resgatadas no Habib Residential Hotel, antes que pudessem ser traficadas para Dhaka.
Aung Cho Mong, presidente da Comissão dos Direitos Humanos do distrito de Sadar, em Bandarban (Bangladesh) disse que se houver uma maior conscientização sobre como tais crianças são traficadas, os pais estarão mais informados e menos dispostos a entregarem seus filhos aos aliciadores.
Organização das Nações e Povos Não-Representados comentou a situação, acrescentando: “As pessoas de comunidades indígenas do Chittagong Hill Tracts muitas vezes já são vítimas, porque acabam sendo expulsas de suas próprias terras. A conversão religiosa forçada de crianças pequenas acrescenta outra faceta à já comprova a marginalização de etnias e minorias religiosas no sudeste de Bangladesh”.
Contexto
Os cristãos representam apenas cerca de 1% da população de Bangladesh (que ainda é de maioria muçulmana). Apesar disso, alguns relatos, como um da organização ‘Christian Freedom International‘, apontam que um número crescente de muçulmanos está se convertendo ao cristianismo.
“Quando comecei meu ministério em Kurigram, havia apenas uma família cristã tradicional e uma família de origem muçulmana”, disse o pastor Faruk al-Ahmed, cristão convertido do islamismo, em julho de 2016.
“Agora, quase 1.500 crentes de origem muçulmana estão glorificando a Deus nesta área. A perseguição virá cada vez mais forte, mas os crentes e eu estamos prontos para enfrentar isso”, acrescentou o pastor.
Outros grupos de apoio à Igreja Perseguida, como a missão internacional Portas Abertas, disseram que os cristãos são forçados a praticar sua fé secretamente. Caso contrário podem enfrentar retaliação por parte de grupos extremistas.
“As igrejas – especialmente as domésticas – onde os crentes de origem muçulmana se encontram, preferem não exibir símbolos cristãos para evitar serem reconhecidas”, disse a Portas Abertas. “Às vezes, mesmo as igrejas históricas ou de linha renovada enfrentam oposição e restrições se decidirem colocar uma cruz ou outros símbolos religiosos do lado externo de seus templos”.

Fonte: Guia-me (Com informações do Christian Post)

sábado, 14 de janeiro de 2017

ILHÉUS - BAHIA - BRASIL


Nasci na cidade de Ilhéus, Sul da Bahia, no dia 10 de junho de 1965. Fico triste por saber que a minha linda cidade vem sofrendo há décadas nas mãos de homens totalmente descompromissados com o seu desenvolvimento e com o bem-estar do meu povo - isso eu conto em meu novo livro, que está em fase de conclusão. Todavia, parece que novos tempos estão por vir. Pelo menos, hoje temos um vice-prefeito que, como eu, é apaixonado por Ilhéus; e isso me alegra muito. Seu nome: José Nazal Pacheco Soub. Todas as fotos desta postagem foram produzidas por ele. Vale a pena conferir!




































Fonte das Imagens: Facebook de José Nazal Pacheco Soub.

O VERDADEIRO VÍDEO DA SUPOSTA PROFECIA PARA O PR. REUEL


MISSIONÁRIA MARTA HAFNER: AGENDA NO PARANÁ


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

NEVA NA PRAIA DE SALENTO, ITÁLIA.

Foto: Carlo Toma (@carlotoma16)

Nos últimos dias 8 e 9 de janeiro, nevou na praia de Selento (Itália). A mudança no clima na cidade, cujo clima é tipicamente quente, pegou os moradores de surpresa, que publicaram fotos do momento. Foi a primeira vez na história que nevou na praia.


(Foto: Reprodução/Twitter)


Fonte: CORREIO

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

CARTA DE PIRACICABA

A Carta de Piracicaba foi apresentada aos juristas e à comunidade 

Para debater e encontrar saídas às diversas propostas legislativas que ameaçam a segurança ambiental, o Ministério Público do Estado de São Paulo, a Escola Superior do Ministério Público de São Paulo e a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ/USP) realizaram  nos dias 15 e 16 de setembro de 2016, no Salão Nobre, do Edifício Central da ESALQ um Seminário intitulado "Propostas de Alterações na Legislação Ambiental e seus Potenciais Impactos: Desregulamentação?",  que contou com a participação de cerca de 340 participantes.
O seminário promoveu  um debate técnico, jurídico e social, sobre as propostas de modificação na legislação de licenciamento ambiental e os seus impactos ambientais.
Ao final de evento foi lida "a Carta de Piracicaba", produzida de forma coletiva entre os participantes, que buscou identificar as interfaces políticas, econômicas e sociais das propostas legislativas referentes ao licenciamento ambiental e seus impactos; promover uma maior aproximação entre conhecimentos científicos diversos no campo socioambiental e os jurídicos, políticos e de educação. Foram inseridos no documento 10 não e 10 sim às alterações legislativas sobre Licenciamento Ambiental.

10 críticas e 10 propostas de aprimoramento às alterações legislativas sobre Licenciamento Ambiental elaboradas pelo Ministério Público, ESAQ/USP e ESMP.

CARTA DE PIRACICABA

O Brasil não mais tolera ações e omissões que têm provocado desastres como o de Mariana e outras agressões ao meio ambiente, à saúde pública e a sustentabilidade de nossa economia. Nosso país não mais tolera a corrupção que tem sido presente em processos de licenciamento ambiental que resultaram em desastres como esse. Neste momento estão em curso no Congresso Nacional iniciativas destinadas a acabar com os avanços e garantias alcançados na Constituição Federal na defesa do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
Em face desse cenário preocupante de retrocesso ambiental, político e social, a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ), da Universidade de São Paulo (USP), o Ministério Público do Estado de São Paulo e a Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo aliaram esforços para a organização de um Seminário, com a participação de técnicos, juristas, jornalistas, acadêmicos e outros segmentos. Foram discutidas as propostas de alterações na legislação de licenciamento ambiental do país, atualmente em trâmite no Congresso Nacional. A motivação para a organização desse Seminário foi a indicação de que tais alterações representam um retrocesso grave, após décadas de evolução e aperfeiçoamento da legislação ambiental brasileira. O atual Parlamento equivocadamente classifica as preocupações com o meio ambiente como entrave ao desenvolvimento do país, que se busca açodadamente e a todo custo neste momento histórico desfavorável, marcado por forte crise econômica, intensificada pela crise política.
Julgando que as medidas equivocadas em análise tomadas pelo Parlamento subvertem as salvaguardas constantes da Constituição Federal relacionadas ao meio ambiente, e que a sua implementação pode gerar fatos catastróficos, ou mesmo danos irreparáveis, afetando assim os supremos interesses da sociedade brasileira, as entidades acima citadas entenderam por bem promover um amplo debate, de maneira a fornecer subsídios à sociedade para que se possa evitar a aprovação dessas Propostas Legislativas, ora em análise.
Na sistemática vigente, o Licenciamento Ambiental é um conjunto de procedimentos que garante um exame dos possíveis impactos ambientais de uma obra ou atividade a ser implantada e que assim possa ser realizado da forma menos danosa ao meio ambiente e à vida. O Licenciamento opera de forma tripartite e as fases são: Licença Prévia (LP), Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO). Antes da Licença Prévia para empreendimentos potencialmente impactantes, faz-se necessário realizar um acurado Estudo Prévio de Impactos Ambientais (EPIA ou EIA), inclusive sua obrigatoriedade está prevista constitucionalmente. Vale destacar que o licenciamento é um instrumento fundamental de salvaguarda para a internalização dos possíveis danos advindos do pretenso empreendimento, constituindo-se poder-dever estatal de controle e fiscalização das atividades e/ ou obras potencialmente poluidores, como forma de prevenção e/ou compensação dos danos ambientais.
Atualmente, tramitam na esfera federal no Brasil quatro propostas de alterações legislativas sobre o procedimento de Licenciamento Ambiental, de empreendimentos potencialmente causadores de degradação ao meio ambiente. Dois projetos de lei tramitam, em regime de urgência, no Congresso Nacional, um na Câmara dos Deputados, de autoria do Deputado Federal Luciano Zica, o PL 3729/04, com relatoria do Deputado Ricardo Trípoli; e outro no Senado Federal, de autoria do Senador Romero Jucá, PLS 654/15, com relatoria do Senador Blairo Maggi. No Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA – tramita o processo administrativo nº 02000.001845/2015-32, objetivando a alteração das Resoluções nº 01/1986 e nº 237/1997; e a Proposta de Emenda Constitucional 65/2012, as quais regulamentam o procedimento de licenciamento ambiental no país.
O real motivo das propostas de modificação do regramento do Licenciamento Ambiental são interesses políticos e econômicos que, muitas vezes, se sobrepõem ao direito constitucional a uma vida de qualidade tanto para as presentes como para as futuras gerações, bem como para o equilíbrio ecossistêmico.
O objetivo do presente documento é analisar criticamente as propostas supracitadas e, quando o caso, ofertar diretrizes para aperfeiçoamento das modificações propostas.
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 65, de 2012, acrescenta o parágrafo 7° ao artigo 225 da Constituição Federal, passando a prever que a simples apresentação do estudo prévio de impacto ambiental importará autorização para a execução da obra, a qual não poderá ser suspensa ou cancelada judicialmente em razão deficiências ou incorreções do estudo prévio de impactos ambientais, a não ser em face de fato superveniente. Tal previsão ofende ao princípio da inafastabilidade do controle jurisdicional consagrado constitucionalmente como cláusula pétrea, implicando em séria ameaça à preservação e conservação dos recursos naturais.
Os projetos definem prazos exíguos para análise técnica de alta complexidade, sendo sessenta dias para o órgão licenciador e igual período aos órgãos especializados, tais como os Comitês de Bacias Hidrográficas, órgãos gestores de Unidades de Conservação, Defesa Civil etc., se manifestarem, sob pena de aprovação presumida. Logicamente dependendo da magnitude da obra, esse prazo é completamente inexequível para uma análise técnica de qualidade dos possíveis impactos ambientais gerados pelo empreendimento, tais como estudos que demandem observações da sazonalidade de espécies faunísticas e florísticas. 
As propostas também possibilitam a supressão de fases de licenciamento e a dispensa de documentos essenciais (Ex: o Estudo Prévio de Impactos Ambientais) do processo de Licenciamento Ambiental, mesmo para as atividades com significativo potencial de degradação ambiental.
Preveem que vários projetos similares, situados em uma mesma região ou microbacia hidrográfica, sejam analisados separadamente, não considerando a somatória dos efeitos adversos, bem como a interação negativa dos impactos ambientais em seu conjunto.
Os projetos não contemplam a realização de audiências públicas, ou a preveem por apenas uma única vez. As audiências públicas, principal instrumento de participação popular, são fundamentais não só para tornar públicas as avaliações feitas, mas também possibilitar o controle social sobre as obras e atividades, informando a população quanto aos impactos positivos e negativos do empreendimento, bem como em que medida ele afetará a dinâmica e a qualidade de vida das pessoas residentes na área afetada e em seu entorno.
O que está em discussão são os interesses políticos e econômicos que, muitas vezes, se sobrepõem ao direito constitucional a uma vida de qualidade tanto para as presentes como para as futuras gerações.
Inadmissível a previsão de Licenciamento por adesão e compromisso, no qual o proponente precisa apenas aceitar critérios e condições pré-estabelecidas em formulários eletrônicos, em geral sem nenhuma análise do caso concreto, e o licenciamento por registro, de caráter declaratório, tendo sua licença concedida com a simples inserção de dados referente ao empreendimento.
Deve ficar claro que o Licenciamento Ambiental pode sim ser aperfeiçoado, com grande envolvimento de toda a sociedade, em audiências públicas e demais mecanismos de participação popular, de maneira a abranger todo o território nacional, tendo como base o conhecimento científico acumulado. Mas não se pode de forma alguma esvaziar as finalidades do licenciamento ambiental. Por tais razões, após amplo debate, os presentes ao Seminário manifestaram-se da seguinte forma:

1.      Não à supremacia de interesses privados aos interesses da coletividade;
2.      Não à alteração do artigo 225, da Constituição Federal;
3.      Não ao autolicenciamento;
4.      Não à licença tácita por decurso de prazo;
5.      Não à possibilidade de apresentação do Estudo Prévio de Impacto Ambiental como substituto da licença, sem a possibilidade de qualquer contestação administrativa ou judicial;
6.      Não à dispensa do Estudo Prévio de Impacto Ambiental, a exclusivo critério do órgão licenciador;
7.      Não à possibilidade de dispensa das Audiências Públicas;
8.      Não à revogação da previsão de crime culposo, por conduta criminosa do servidor público nos procedimentos de Licenciamento Ambiental;
9.      Não à precarização do sistema de gestão ambiental;
10.  Não à dispensa de autorização dos municípios para uso e ocupação do solo e nas diretrizes ambientais, para fins de Licenciamento Ambiental.

Proposições e alterações legislativas:
1.       Sim à retirada do regime de urgência na tramitação dos projetos de lei sobre Licenciamento Ambiental no Congresso Nacional;
2.       Sim à destinação dos valores arrecadados com a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) para estruturação dos órgãos ambientais e envolvidos (aquisição de equipamentos, informatização, contratação e capacitação de pessoal), de maneira a agilizar o Licenciamento Ambiental;
3.       Sim ao regramento objetivo dos requisitos para o licenciamento Ambiental, de maneira a trazer segurança jurídica a empreendedores e à sociedade civil, evitando-se falta de transparência e controle dos atos do poder público;
4.       Sim ao cumprimento dos compromissos internacionais de proteção ao meio ambiente assumidos pelo Brasil, como em Paris, durante a COP 21;
5.       Sim a intervenção dos órgãos técnicos dos demais entes federativos no procedimento do Licenciamento Ambiental, tais como ICMBIO, IPHAN, FUNAI, Comitês de Bacias Hidrográficas, Conselhos Estaduais e Municipais de meio ambiente;
6.       Sim à manutenção do Licenciamento trifásico;
7.       Sim à auditoria de todas as etapas do procedimento de Licenciamento Ambiental, por instituições isentas;
8.       Sim à publicidade dos documentos e estudos técnicos produzidos durante o procedimento de Licenciamento Ambiental;
9.       Sim à educação ambiental como condicionante para emissão das licenças ambientais, a título de contrapartida;
10.   Sim à articulação institucional dos órgãos dos SISNAMA no procedimento de Licenciamento Ambiental.

Fonte: Clique aqui.

BELAS FOTOS DA NOVA PONTE DE ILHÉUS BY JOSÉ NAZAL

O aterro provisório ligando área da Praia do Cristo (à esquerda) e do Morro de Pernambuco no outro extremo
 (Foto José Nazal).

A NOVA PONTE DE ILHÉUS E O OLHAR DE NAZAL


A obra da nova ponte, que ligará o centro de Ilhéus à zona sul da cidade, avança. O aterro provisório para dar suporte à construção do mastro da ponte estaiada está praticamente concluído. Nesta segunda (9), o vice-prefeito e fotógrafo José Nazal sobrevoou a Baía do Pontal. De lá do alto, clicou belas imagens e retratou a evolução da obra.

Se a construção for concluída dentro do prazo, Ilhéus será a primeira cidade da Bahia a ter ponte estaiada. A previsão é de que a inauguração ocorra, no máximo, no segundo semestre do próximo ano. A obra do governo baiano é executada pela OAS.

Com a conclusão do aterro, começará a ser encravado o mastro que sustentará os cabos de aço da ponte. A construção deverá ter 533 metros de extensão e outros 25 metros de largura.

José Nazal conseguiu captar, numa só imagem, o aeroporto, a obra da ponte, o Morro de Pernambuco e a bela Baía do Pontal.

De um lado, a região do Cristo e, do outro, parte do aterro da ponte e o Morro de Pernambuco (Foto José Nazal).


A reportagem é do PIMENTA.


Veja abaixo algumas fotos feitas pelo meu amigo José Rezende, que, como eu, é um apaixonado por Ilhéus.