terça-feira, 27 de novembro de 2012

DESMASCARANDO O ECUMENISMO - PARTE 1


"Como nos tempos de Noé, num retrocesso aos cultos à deuses pagãos, Satanás ardilosamente, está preparando uma geração de pessoas rebeldes, cegas e destrutivas, pecadores depravados, consciências imorais, amorais, uma geração que se voltará contra Deus e contra todo tipo de moral e santidade existente.
 
Ecumenismo Religioso é a tentativa de aproximar as grandes e diferentes religiões do mundo. Essa aproximação vai desde cooperação em missões e ação social e política, até união e fusão de credos. A iniciativa tem sido principalmente de órgãos protestantes. O maior deles é o Concílio Mundial de Igrejas (CMI).
 
A filosofia que permite o CMI fazer esta tentativa é o pluralismo. Como o nome já indica, essa filosofia defende a pluralidade da verdade, ou seja, que não existe uma verdade absoluta, mas sim verdades diferentes para cada pessoa. Esse conceito é ambíguo, mas definitivamente já é parte integrante da nossa cultura presente. Ele acredita que seja possível o relacionamento de pessoas com crenças e ideologias diferentes, sem que um tenha de sujeitar suas convicções ao domínio do outro. Para eles, a ideia de converter alguém às suas próprias convicções é politicamente incorreta. A chave está na valorização da negociação e da cooperação em lugar de se tentar provar que se está certo ou errado.
 
O pluralismo religioso, por sua vez, prega o abandono da "arrogância" teológica do cristianismo, nega que exista verdade religiosa absoluta, e exalta a experiência religiosa individual como critério último para cada um. Em suas convicções, a ideia de cristãos tentarem converter pessoas de outra fé ao cristianismo é absurda. O tema da salvação em outras religiões foi discutido na Assembléia Geral do Concílio Mundial de Igrejas. O relatório apresentado trouxe debate considerável. As conversas se arrastam sem produzir qualquer progresso claro.
 
Uma consulta teológica sobre a salvação na Suíça patrocinada pelo CMI, composta por 25 teólogos, trouxe as seguintes conclusões:
 
1) Através da história, pessoas tem encontrado a Deus no contexto de várias religiões e culturas diferentes.
 
2) Todas as tradições religiosas são ambíguas (inclusive o cristianismo), isto é, uma combinação do que é bom e do que é ruim.
 
3) É necessário progredir além de uma teologia que confina a salvação a um compromisso pessoal explícito com Jesus Cristo.
 
Em algumas denominações o pluralismo tem sido proposto como filosofia oficial, como na Igreja Metodista Unida, dos Estados Unidos.
 
É o sonho de uma única religião mundial tomando forma.
 
Ecumenismo Cristão: Este tipo de ecumenismo tenta a aproximação entre os grandes ramos da cristandade, ou seja, a Igreja Católica, a Igreja protestante, e a Ortodoxa, e entre os diversos ramos protestantes entre si. Algum progresso existe. A liderança da Igreja Episcopal e da Igreja luterana Evangélica na América concordou, depois de duas décadas de negociar, darem comunhão entre si, reconhecer os cleros e ordenar bispos em conjunto. Cada grupo retém sua autonomia. A liderança de oito denominações protestantes alcançaram acordo preliminar sobre as suas igrejas, formando uma "comunhão de convenção" na qual cada denominação iria, embora ainda autônoma, aceitar os ministros e sacramentos dos outros.
 
Os católicos romanos continuam dialogando bilateralmente com luterano, líderes da igreja Anglicana e Ortodoxos, em um esforço para achar solo teológico comum. Até mesmo algumas igrejas pentecostais que tendem a ser anti-ecumênico parecem propensas para relações mais abertas. A Igreja Cristã (os Discípulos de Cristo, denominação americana com mais de 1 milhão) entrou para a história ecumênica de protestantes e católicos em sua Assembléia Geral elegendo Monsenhor Philip Morris, padre católico romano, como membro votante da sua Comissão Executiva.
 
Muitas igrejas conservadoras do real Envangelho e da absoluta Verdade Divina - vendo que esse é o único meio que quebra o poder do pecado e faz pessoas santas - , parece que permanecem opostas a esforços ecumênicos. E uma razão ainda maior, é porque a Verdade não deve ser sacrificada no altar da unidade eclesiástica."


Fonte: Youtube

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